Se ficássemos apenas lixo

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Se ficássemos apenas lixo

Se ficássemos apenas lixo

Na imagem final, o fantasma permanece quieto, junto ao corpo feito de sacos de lixo. Ao fundo, um lago reflete o ambiente e uma cadeira está ali, vazia, como se alguém se tivesse acabado de levantar e abandonado o lugar. É uma cena estranhamente calma, quase melancólica. O mundo está parado, mas não destruído. Resta o lixo, resta o fantasma, resta o vazio. A cadeira sugere que estivemos ali mas já não estamos.

Conclusão

"Fantasma da Humanidade" é uma reflexão visual sobre o desaparecimento, o silêncio e o rastro que deixamos no mundo. Através de símbolos simples, lençóis, lixo, ausência, procurei criar imagens que não gritam, mas sussurram. Que não mostram destruição explícita, mas a sugerem subtilmente.

Este trabalho não pretende dar respostas. Pretende levantar uma questão: e se um dia a Terra continuar sem nós? Se a resposta for possível, talvez a encontremos nesse espaço entre o que fomos e o que deixámos para trás.

O fantasma que caminha nestas fotografias não é apenas um ser espiritual é um reflexo nosso, a vaguear entre memórias e consequências. E a sua mensagem talvez seja esta: ainda vamos a tempo mas só se ouvirmos o silêncio.

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Na imagem final, o fantasma permanece quieto, junto ao corpo feito de sacos de lixo. Ao fundo, um lago reflete o ambiente e uma cadeira está ali, vazia, como se alguém se tivesse acabado de levantar e abandonado o lugar. É uma cena estranhamente calma, quase melancólica. O mundo está parado, mas não destruído. Resta o lixo, resta o fantasma, resta o vazio. A cadeira sugere que estivemos ali mas já não estamos.

Conclusão

"Fantasma da Humanidade" é uma reflexão visual sobre o desaparecimento, o silêncio e o rastro que deixamos no mundo. Através de símbolos simples, lençóis, lixo, ausência, procurei criar imagens que não gritam, mas sussurram. Que não mostram destruição explícita, mas a sugerem subtilmente.

Este trabalho não pretende dar respostas. Pretende levantar uma questão: e se um dia a Terra continuar sem nós? Se a resposta for possível, talvez a encontremos nesse espaço entre o que fomos e o que deixámos para trás.

O fantasma que caminha nestas fotografias não é apenas um ser espiritual é um reflexo nosso, a vaguear entre memórias e consequências. E a sua mensagem talvez seja esta: ainda vamos a tempo mas só se ouvirmos o silêncio.

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